Inovação e tecnologia

Professor Deivi é um estudioso e apaixonado por tecnologia e inovação, tanto que o corpus de sua tese de Doutorado e dissertação de mestrado (ver publicações), foi desenvolvida na área de tecnologia, além de lecionar e palestrar sobre o tema tecnologia, inovação e educação. Em 2012, retorna ao mercado de inovação e tecnologia atuando desde lá, na SOU Digital, uma empresa especializada no segmento de sistemas exclusivos via web. Abaixo algumas indagações e pensamentos que ilustram seus estudos: Desde o século XIX e, principalmente, no século XX, a sociedade buscou a informação instantânea, ou melhor dito, buscou a diversidade da informação instantânea, já que o rádio desempenhava esse papel no período mencionado. No entanto, foi somente no final do século XX e mais precisamente no início do século XXI que a tão almejada instantaneidade, em sua plenitude e diversidade, foi atingida, graças às inovações tecnológicas (suporte da internet/web) as quais consolidaram as mídias digitais. [...] (OLIARI, 2014, p.60) [...] Com a revolução da internet, portanto, passamos a ter textos nos dispositivos móveis, banco de dados, espaços multimídia, páginas da Web, aplicativos, sistemas e suportes midiáticos que geram redes/mídias sociais entre outros componentes e serviços que estão em constante mutação e inovação. O surgimento de redes de comunicação e conglomerados, no final dos anos 90, fez crescer o valor econômico da “informação”, enfatizando, igualmente, a forma/o texto/o discurso em que ela é transmitida. (OLIARI, 2014, p.64). [...] Por meio dessa “rede de redes”, é possível interagir em diversas mídias que a utilizam como suporte, desde assistir vídeos feitos por sujeitos de qualquer lugar do mundo até disponibilizar o que se gravou neste instante usando o telefone celular (enviando instantaneamente para YouTube, Vimeo, Instagram, entre outras mídias). Também se pode falar com um colega em outro hemisfério por meio de áudio e vídeo (Skype, Apple – Facetime, entre outros), sem mencionar as mídias sociais, as quais possibilitam aos sujeitos compartilharem informações com seus “amigos”, gerarem redes sociais digitais e oportuniza ao anunciantes divulgarem suas marcas, produtos e serviços, como nunca antes visto, principalmente nas mídias sociais como: Facebook, Google+ e Twitter. Assim, as mídias sociais exercem um papel de mediação entre os interlocutores e entre eles e uma determinada realidade. [...] “os textos/discursos da mídia oferecem não a realidade, porém, uma construção que poderia ser outra, no entanto, atualmente a mídia constitui um dos principais dispositivos discursivos que produz o efeito de um presente comum a toda sociedade.” OLIARI, Deivi Eduardo. MÍDIA SOCIAL FACEBOOK: O PÚBLICO E O SUJEITO INDIVIDUADO. Tese. Disponível: http://busca.unisul.br/pdf/109082_Deivi.pdf

Análise do Discurso (AD)

Uma das teorias que contribuiu para a queda do estruturalismo foi a Análise do Discurso. Ela surgiu no final dos anos 1960, desenvolvida principalmente pelo estudioso Michel Pêcheux que lança, em 1969, o livro Análise Automática do Discurso, representando a fundação dessa disciplina. Pêcheux coloca, nesse momento, em cena, o discurso como objeto de análise, objeto que se diferencia tanto da língua quanto da fala. Implica, portanto, ao pensar em discurso, tomar como base de investigação a compreensão de questões não estritamente ligadas e configuradas à Linguística, e sim exteriores à língua: ideológicas e sociais. Dessa forma, Pêcheux (1999) propõe refletir sobre os aspectos sociais e ideológicos envolvidos na “transmissão de informação” que, segundo ele, não se trata de um simples ato do dizer. O estudioso postula uma teorização sobre o discurso em que o texto é considerado como unidade linguística para análise do funcionamento do discurso e de suas condições históricas de produção, ou seja, é preciso pensar o linguístico em relação ao ideológico para compreender as tramas discursivas. Esta teoria serviu de base para o desenvolvimento da tese de doutorado do prof. Deivi Oliari, que está disponível neste site.

Semiótica (In Company)

Desenvolva as competências técnicas nas áreas criativas de sua empresa, através do auxilio das teorias dos signos, a Semiótica. Seus colaboradores criativos, através da semiótica irão aplicar em seu dia-a-dia a teoria que organiza o pensamento humano, a teoria dos signos. Treinamento e palestra com o professor Deivi Oliari, doutor e mestre em ciências da linguagem, especialista em propaganda e marketing, graduado em relações públicas e publicidade e propaganda, apresenta a aplicabilidade da semiótica no mundo criativo. Semiótica ou Semiologia nasceu do grego (semeiotiké (téchne) = a arte dos sinais e signos). É a Teoria Geral dos Signos, entendendo-se por signo, toda e qualquer coisa que substitua ou represente outra, em certas medidas, para certos efeitos. Alguma coisa que se organize ou tenda a organizar sob a forma de linguagem (verbal ou não) é considerado estudo da semiótica. No campo da semiótica, precisamente no início do século XX, duas figuras importantíssimas marcaram história no mundo dessa ciência, o filosofo americano Charles Sandres Peirce e o lingüista suíço Ferdinand Saussure.

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